Texto escrito em agosto/2024.
Os momentos de solidão eram sua fraqueza. Quando ela começava a rememorar coisas específicas do passado, a coisa complicava. Começava, mais uma vez, aquela avalanche de tristeza, culpa, solidão e muita, mas muita ruminação mental. Reviver memórias boas com pessoas ruins era a sua droga favorita. E ela era viciada.
Era quando Eva parava de tentar ser um ser humano socialmente aceitável. Era quando ela deixava transparecer o seu pior, e não sentia um pingo de vergonha por isso. Vergonha do presente nunca foi um problema, então tudo bem tratar mal todas as pessoas que gostavam dela; não tinha problema ser escrota porque sua dor era maior do que todos. Ela podia gritar pra todo mundo que doía, e doía demais!
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