sábado, 17 de fevereiro de 2024

// parece ironia querer cuidar da saúde mental no século dos viciados em dopamina


Se você passou por aqui mês passado, pode ter se deparado com o post desativei meu instagram pessoal
Fiquei sem ele por 11 dias, até que por um descuido, eu cliquei no meu nome e logou automaticamente.
Minha primeira reação foi desativar imediatamente, mas não consegui. Eu descobri que existe um limite semanal para desativar um perfil no instagram. Sim, um limite! Eu fiquei muito chocada porque como assim não posso controlar o que fazer com o MEU perfil???
Depois disso eu preparei um textão pra fazer por lá sobre isso, mas desisti. Desisti porque quem tá por lá não tá analisando os malefícios da rede no cérebro, então resolvi trazer pra cá algumas reflexões. 

  • O Instagram alimenta FOMO (fear of missing out)

Se você nunca viu esse termo por aí, eu te digo o que é: FOMO é a sensação de estar perdendo as coisas que estão acontecendo, seja o que tá acontecendo na vida dos amigos, eventos, experiências etc. É um grande medo de ficar de fora das coisas. Como se a qualquer momento a gente pudesse perder a melhor oportunidade das nossas vidas perante alguma coisa. O quê especificamente? Não importa, o medo não escolhe. Ele só existe.

Antes de desativar meu perfil, eu havia tirado as notificações do aplicativo, que era pra treinar ficar sem ele. Então quando ativei novamente elas continuaram desativadas. Foi aí que eu recebi esse outro aviso. E eu nunca tinha visto antes.
Como vocês podem ler, a rede deixa bem claro uma mensagem de possível perda. Vou perder a notificação de quem me seguiu, vou perder a notificação de quem curtiu e/ou comentou em uma foto e também vou perder uma mensagem. Perder.  Mas se eu ativar as notificações, vou ficar sabendo de tudo isso imediatamente. IMEDIATAMENTE! Sentiram a pressão das palavras nunca e imediatamente? Eu senti.

A questão é: eu preciso disso? Não. Nem eu e nem você!
E sabe porque eu disse anteriormente possível perda? Por que isso não é verdade. Nenhum dos medos que ele coloca estão sacramentado de acontecimento. Simplesmente nenhum. E mesmo que alguém venha solicitar pra seguir meu perfil, por exemplo, vou ver mesmo que eu entre na hora ou em uma semana ou em um mês ou em um ano depois. A solicitação só vai sumir se a pessoa retirar. E se retirar ainda vai ser bom porque eu nem vou ver. Só vejo vantagens.

Mas é muito fácil brincar com a mente humana usando certas palavras de gatilho. E mais fácil ainda cair nessa quando nosso cérebro já está completamente viciado em dopamina. Ele se transforma num pacman e vive em busca do próximo meme/vídeo/foto/conteúdo imperdível pra sobreviver de migalhas de dopamina ao longo do dia.

  • Desativar o Instagram? Um surto! 

Foram apenas 11 dias com o perfil desativado, mas deu pra receber mensagens bem desagradáveis. A primeira foi "estás sem instagram? surtou, foi?". Depois dessa foi um colega que havia feito uma cirurgia há poucos dias, e como eu não sabia da informação, "postei no instagram, não viste?" ele soltou de forma um pouco rude. Aí depois de informar da desativação veio a melhor frase de todas "pra ficar com perfil desativado, é melhor excluir logo", o que me levou a falar pra ele um pouco sobre excesso de tela/redes sociais, mas ele riu. Sim, ele riu como se aquilo fosse um absurdo. E foi aí que eu percebi que pra muita gente realmente desativar as redes é sinônimo de surto. Vi vários tweets usando essas mesmas palavras quando fiz uma breve pesquisa pelo twitter.

Algumas pessoas foram mais sutis que outras, por exemplo, perguntando se tava tudo bem comigo e que perceberam que eu havia sumido do Instagram, afinal, costumo postar bastante srtory, o que fez com que 4 conhecidos de instagram enviassem mensagem quando voltei a postar. E 3 amigos perguntaram via whatsapp porque não estavam me encontrando por lá. 

  • Ansiedade, desespero, fobia social, excesso de exposição

"Pra quem não consegue dosar o tempo de tela, o melhor é se afastar mesmo e criar uma rotina fora dela",  foi um comentário bem interessante que a Lana  deixou no post anterior. Eu fiquei reflitona porque eu não conheço absolutamente ninguém que faz isso. Vocês conhecem? Vivemos em bolhas diferentes, mas pra mim parece que tem pouca gente pensando sobre.

Não consegui desativar meu perfil novamente e com isso veio um sentimento de obrigação de postar as coisas. Eu já havia percebido que isso acontece comigo, mas dessa vez foi muito forte. Eu queria postar tudo e toda hora. E postei bastante coisa mesmo porque eu só pensava que iria desativar o perfil novamente em 7 dias, e "tudo bem".


Os 7 dias chegaram na sexta-feira passada (09), e como o planejado, desativei o perfil. E lá veio o app jogar a culpa pra cima de mim porque  o motivo da desativação foi "ocupa muito do meu tempo ou desvia muito minha atenção". Ficou aquele amargo na garganta, então só fiz o print e confirmei. Mudou automaticamente pro meu perfil profissional e ok. Isso foi pela tarde.

Na noite do mesmo dia eu percebi que meu perfil ainda estava com a fotinho, mas fui dormir. Na manhã seguinte abri o instagram e vi que minha foto ainda estava aparecendo. Fui na pesquisa e vi ainda estava encontrando o perfil. Mas eu desconfiava que podia ser algum bug, então pedi pro meu namorado ver se ainda mostrava pra ele e esperei algumas horas, mas o perfil não sumia e eu tava com medo de mudar pra ele e acontecer tudo de novo. Esperei até a hora do almoço e não sumiu, foi quando desisti de tudo e acessei ele. 

Pra minha surpresa, ele não foi desativado, mesmo que tenha sido tudo confirmado no dia anterior. Não sei o que aconteceu. Só sei que ele me impediu novamente de desativar por conta dos 7 dias, que ele resetou por algum motivo. Mas assim que esse post sair o perfil já deve estar desativado porque terão passado os 7 dias exigidos.

Não poder escolher quando vou desativar meu perfil me deixa com muita raiva. E ao mesmo tempo tenho uma vontade enorme de postar as coisas. Isso me fez pensar que pode ser algum tipo de "sequela" de um cérebro prejudicado pelos malefícios das redes sociais. Mais alguém aí sente vontade de postar tudo ou quase tudo?

Pra mim faz sentido a teoria que criei (sim, uma teoria, visto que não fui pesquisar nada sobre pra tentar entender). Faz sentido porque mencionei no post anterior sobre a sensação de que a minha vida são as coisas que acontecem online, as coisas postadas nas redes. Aliás, não NAS redes, mas NA rede instagram. É só esse lugar que me buga. E eu ainda não sei exatamente o por quê.


Acompanhem esse relato no Reclame Aqui aonde a pessoa passou pelo que aconteceu comigo, de logar rapidamente. Percebam no texto como ele ficou realmente afetado com a ativação do perfil, tanto que fala abertamente estar desesperado e ansioso. Eu não sou a única e ele não é o único. E eu não vejo pessoas ao meu redor falando sobre, mas eu percebo através dos posts quando tem algo errado na vida de alguém. Porque sou profissional? Sim, sou profissional em sentir um incômodo grande com o instagram há muitos anos. Percebo que outras pessoas sentem que tem algo errado, elas só não perceberam ainda. Mas a partir do momento que a gente acompanha pessoas diariamente no instagram, tem como conhecer bastante através do modo espectador. Então quando um low profile começa a postar 5 stories por dia, fica bem claro pra mim que ele não tá bem.
Eu tô no meu terceiro perfil no instagram. Já aconteceu outras duas vezes daquele lugar me deixar maluca e eu, sem entender direito na época, só excluía os perfis. A última vez que aconteceu foi em 2017. Fiquei uns 8 meses sem perfil pessoal, até que criei o atual em 2018. Desde então eu tento usar de forma diferente, começando por ele ser privado. Percebi que me incomoda o fato de desconhecidos e/ou conhecidos de vista virem me seguir. E a partir do momento que eu passei a controlar isso, surgiram outras coisas, como por exemplo, cobranças de ex-colegas de escola pra que eu os aceite no meu perfil. Acontece que aquele perfil não é só um perfil. É um local seguro (teoricamente) pra eu mostrar pro mundo algumas coisinhas da minha vida. Então a partir do momento que eu deixo alguém que me conheceu em 2004 ver as coisas que eu coloco, me vem um gatilho forte. Aquela pessoa não me conhece, ela só conhece a Camila de 2004. O que parece dar margem pras pessoas me falarem coisas do tipo "nunca imaginei que tu gostavas de X coisa" ou até um otário responder um story com "tá tomando vinho com gelo? Que absurdo! Não é assim que se toma vinho". E esse é o lance: a exposição dá margem pras pessoas acharem que podem te falar qualquer coisa. Qualquer coisa.


  • O que eu quero ganhar com isso

Eu sei que muita coisa citada aqui não incomoda os outros. E na maioria das vezes quando exponho isso, não tem um pra se compadecer. Mas dessa vez tá tudo bem. Agora eu sei que sou eu por mim, e é isso que tô tentando fazer. Me sentir o melhor possível quando estiver naquele lugar.  Ainda mais porque isso não é novo na minha vida.

Encontrei esse tweet falando da confusão com a realidade, que é o que acontece comigo, e eu espero muito me livrar disso. Quero ver benefícios reais ficando longe de lá, então deixo essa pequena lista de 10 coisas que mudaram na vida dessa pessoa que encontrei pelo twitter, e espero assim me motivar a ficar longe de lá.

Como esse ficou longo, me veio a ideia de fazer posts separando os assuntos. Até porque eu sinto que esse pode ter ficado meio confuso, já que eu só sentei e escrevi. No próximo post eu mostro as coisas que fiz no offline.








quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

// rememorando janeiro

Janeiro foi um mês muito bom. Vivi muita coisa legal tipo assistir um stand up do Ronald Rios, que eu acompanho desde o Badalhoca. E ele foi muito receptivo! Depois do show fui fazer uma foto com ele e aproveitei pra contar um pouco da minha trajetória acompanhando a carreira dele, e ele disse "então vamos fazer fotos históricas".  


Gente, ele é muito alto! Eu tenho 1,54cm e ele disse que acha que tem 1,98cm. Olha como fiquei minúscula ao lado dele 😂😂😂 Adorei todas as fotos 😍


No mesmo dia também assisti o Tiago Santineli, mas eu já tinha assistido o show dele quando ainda tava em Belém, em janeiro de 2023. Só que dessa vez foi muito mais intimista porque o local era pequeno, aí passa aquela impressão de SOMOS AMIGOS kkkkk (na minha cabeça, ok). Uma parte do show foi com texto novo. Ah! E também assisti de novo o Abner Henrique. O que foi uma grande surpresa, porque eu achava que ia assistir só os shows do Ronald e do Tiago, mas eles colocaram outros 6 comediantes pra abrirem o show deles. Eu adorei! Só foi meio complicado isso ter sido numa segunda-feira, porque acabou complicando meu sono já que saí de lá uma hora da manhã. Mas foi incrível. E dessa vez consegui fazer foto com o mestre.

Tô bem feliz de ter conseguido fazer meu primeiro vídeo pro document your life 🥳 vou deixar ele aqui embaixo pra quem quiser ver. Algumas das coisas mencionadas nesse post aparecem no vídeo.

 

Fui ao cinema assistir o filme dos Mamonas Assassinas, que marcaram muito minha infância. Eu tinha 4 anos quando eles morreram e tenho a memória de estar na sala de casa assistindo o plantão da Globo e chorando MUITO com a notícia da morte deles. É a memória mais antiga que tenho, inclusive. E pela descrição que dei pra minha mãe, é real mesmo. Mas voltando a falar do filme: ele não é bom :( a edição é péssima e parece que nem tinham um roteiro, porque as coisas só vão acontecendo por acontecer e de repente chega no acidente de avião. Não vale pra gastar dinheiro no cinema, mas vale assistir em casa pela nostalgia.

Agora em janeiro foi a primeira vez que usei a programação de posts aqui no blog, por isso que algumas vezes saía post novo e eu nem tinha aceitado os comentários do anterior 😅

O balanço geral de janeiro ficou assim:

Livros lidos

  1. As egocêntricas maldições do Souichi (terminei de ler depois de meses), do Junji Ito
  2. Siga em Frente (li pela 3ªvez), do Austin Kleon
  3. GYO, do Junji Ito
Filmes assistidos
  1. Meninas Malvadas (reassisti pq meu namorado queria rever pra gente poder ver o "novo")
  2. Mamonas Assassinas
  3. A Sociedade da Neve
  4. Doutor Sono
Animes assistidos
  1. Jujutsu Kaisen
  2. Spy Family
Séries assistidas
  1. It's Always Sunny in Philadelphia (temporadas 7, 8, 9 e 10)
  2. Tha Mandalorian (3ª temporada)
  3. Ozark (3ª temporada)
  4. True Detective (4ª temporada que tá saindo semanalmente na HBO)
Esse ano eu me comprometi a fazer 24 coisas diferentes 24 vezes (tô montando a página lá no topo do blog), e uma das coisas é conhecer novos artistas. Eu sou a pessoa que prefere ouvir as mesmas coisas porque minha mente já sabe de cor e salteado o que vem pela frente, sabe?! O que dificulta bastante conhecer novos artistas. Eu já fiz esse mesmo desafio musical em 2015, no meu finado Listography, e foi muito bom porque conheci bandas que amo até hoje. Aliás, o desafio é conhecer e gostar dos novos artistas, curtir aquele som de verdade. Senão fica muito fácil chegar e ouvir qualquer playlist do Spotify no aleatório e zerar a lista dos 24 artistas no mesmo dia.
Alguns dos artistas que conheci, e ouço até hoje, no desafio de 2015 foram:  Wolf Alice, The Dø, Tame Impala, Placebo, Vivendo do Ócio, Portishead e Massive Attack. Inclusive tô escrevendo tem meses um post de meet the artist pra The Dø, Vivendo do Ócio e Portishead. Mas uma hora vai sair um post do jeitinho que cada um merece.

Mas voltando pra 2024: eu tive a sorte de conhecer dois artistas esse mês. O que seria a média do mês pra completar os 24 artistas, já que são 12 meses. O primeiro artista que conheci foi o JID, num story do Ronald Rios, inclusive. Ele é um rapper. E uma coisa que eu ainda não tinha mencionado aqui é que eu simplesmente amo hiphop, e é um gênero musical que escuto muito. Mais alguém por aqui curte hiphop/rap?



A segunda artista que conheci foi Lola Young. Alguém compartilhou um story com uma música dela e eu simplesmente amei e fui ouvir tudo. Ela tem uma voz muito potente e o som é bom demais pra ignorar. E os clipes... AH! E os clipes! Não tem como ouvir só a música. Tem que ser assistindo ao clipe. Eu tô muito encantada com ela, com a estética, a voz, a maquiagem. E Concenteid foi a música que mais escutei em janeiro, de tão viciada que eu tô 😂 Ela é uma artista meio nova, não achei nem Wikipédia dela.



Se mais alguém curtiu algumas dessas músicas dela, deixo a dica de irem lá no canal dela pra conhecerem melhor: Lola Young - YouTube.


Dia 29/01 meu irmão me ligou tarde da noite pra dizer que nossa Olivia Dunham faleceu. Ela tava lutando contra uma dirofilariose, mas tava tudo bem. Tinha refeito os exames em dezembro, enquanto eu ainda tava lá em Belém, e deu tudo dentro do aceitável. Não tava curada, mas tava bem. Meu irmão disse que ela não tava comendo direito tinha uns dias, mas no dia 29 ela acordou e fez coco ao lado da cama dele, então ele levou ela pro pet shop em que ele trabalha (ele se formou em veterinária no final de 2023). E lá ela teve uma parada cardiorrespiratória e se foi. Ela não sofreu, só fechou os olhinhos.
Eu tô bem triste, mas confesso que deve ter sido muito pior pro meu irmão. Deve ser muito pesado ver um animalzinho tão lindo e indefeso partir, ainda mais sendo a nossa Olivia, que levei pra casa quando ele ainda tinha 12 anos. Eles cresceram juntos, sabe?! Isso significa muito. 



Mas agora chega de escrever porque já tem uns 3 dias que tô escrevendo esse post. Já tá na hora dele ir pro mundo! Que fevereiro seja muito bom pra todo mundo que passar por aqui ^^  1bj


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

// BuJo fevereiro 2024 (uma coisa minimalista e com vídeo :D)


Pra fevereiro eu pensei em ser beeeem basiquinha. Só preto e tons de cinza. E eu adorei o resultado porque eu sabia que só preto fica bem bonito, mas o cinza claro e o cinza escuro realmente têm o seu charme aqui também.


Não teve vídeo em janeiro, mas em fevereiro VEIO AÍ! E que bom, olha, porque fiquei bem orgulhosa com o vídeo. Mudei o nome do canal, a vinheta, o banner e a tela final. Me passem o feedback do que vocês acharam pra eu saber aonde preciso melhorar.

Nesse vídeo, por exemplo, minha narração ficou num volume muito baixo pra assistir na tv. Mas no celular ficou OK. Mas agora vamos às fotos do mês completo. Sim, mês completo! Percebi que se eu quero fazer os vídeos mensalmente, preciso fazer tudo de uma vez pra adiantar boa parte do tempo.

          calendário          


Não fiz calendário em janeiro porque achei que não faria falta, mas nossa, como eu estava errada, minhas amigas! Senti muita falta de ter o calendário grande pra anotar coisas do tipo "pagar gás", sabe?! Então ele voltou agora em fevereiro :D

          hábitos & resumo mensal          



          planejamento semanal          


Eu quebrei a primeira semana deixando os dias separados em cada mês correspondente. Meu cérebro funciona melhor assim. Então é um layout menor. 


A segunda semana já foi completa; sempre dividindo em 9 espaços. Esse, um layout na vertical, só pra variar um pouco.



Aqui podemos ver que meu bom e velho papel quadriculado fez um ótimo trabalho, layout horizontal é o meu favorito. Quando faço vertical, parece que o espaço nunca é suficiente pro que eu preciso escrever.



A quarta e a quinta semana se mesclaram nesse layout com dutch door. Adorei esse resultado com todos os hábitos ali embaixo. Assim eu posso ver tudo de uma única vez. Inclusive eu falei no vídeo porque faço uma página de hábitos mensal, mas continuo rastreando semanalmente.


No vídeo eu mostrei como ficou o mês de janeiro completo antes de começar a fazer fevereiro. O bate papo ficou legal também. Eu consegui falar sem planejar milimetricamente, e o resultado ficou mais legal do que eu sequer imaginei. Por isso deixo o vídeo novamente aqui no post. Espero que vocês assistam.

Um fevereiro incrível pra todas nós! ^^ 
1bj